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Portal promove inclusão digital dos índios
indios-20090911144307A inclusão social e digital  dos indígenas brasileiros está, aos poucos, se transformando em realidade.
Usando como principal ferramenta o software livre, o portal Web Brasil Indígena foi criado com a finalidade de promover a inclusão e já começa  a atingir as comunidades indígenas espalhadas por todo o país.
A tecnologia do software livre foi adotada porque “era mais interessante e colaborativa”, disse hoje (10) Anápuáka Muniz Tupinambá Hã hã hãe, índio da etnia Tupinambá, ao participar  do Encontro de Negócios em Software Livre, no Info Rio 2009 – 7º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios. O evento é promovido pelo Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (Seprorj).
Coordenador-geral de tecnologia da informação e comunicação (TIC) do Web Brasil Indígena, Anápuáka Muniz afirmou que os resultados iniciais são promissores, embora tenha salientado que para incluir é preciso que haja a parceria do governo.
O portal utiliza os pontos de acesso à internet disponibilizados pelo governo federal nas aldeias. “Isso é um primeiro ponto para a gente: poder utilizar essa tecnologia”. O portal usa as ferramentas de mídia do software livre e promove sua adaptação e flexibilização às etnias indígenas”.
De modo geral, Muniz disse que os índios têm confiança apenas em profissionais também indígenas. “Porque você colocar tecnologia em um local  onde as pessoas não estão acostumadas, é uma questão de confiança. Quando um indígena leva,  ele é parente, é responsável, porque não vai levar nada  que destrua. Então, a nossa visão é  cultural mesmo, de sustentabilidade, porque ele tem que ganhar dinheiro, mas está levando a cultura delepara a sociedade, porque está gerando conteúdo.”
Por meio do portal,  os indígenas são apresentados ao lado bom das tecnologias, disse Muniz. Eles escolhem as mais adequadas. “Essa é a nossa visão”. O projeto não conta com apoio governamental, lastimou Anápuáka Muniz. “Precisamos ter. A  gente não tem uma grande plantação. Mas,  faz a nossa hortinha  e ela está dando bons frutos”.
Ele pretende levar o pleito às autoridades federais. Para isso, procura participar de todos os eventos relacionados à tecnologia da informação. “Até para eles poderem enxergar a gente.  Não é só chegar lá  batendo na porta com uma ideia na cabeça. É mostrar que a gente já está mudando e está levando resultados já presentes. Espero que o governo venha  olhar para a gente, sim, com uma boa participação”.
O Web Brasil Indígena gera conteúdo étnico e de mídia  em todas as áreas, com a meta de mostrar à sociedade o passado, presente e futuro dos indígenas brasileiros. A idéia é mostrar mais conteúdo para o povo brasileiro, afirmou Anápuáka Muniz. No portal, também é possível ter acesso à cultura indígena contemporânea, por meio da rede social Aldeia Brasil Indígena, além de material para pesquisadores e estudantes indígenas no blog Acadêmico WBI.
Você sabe quanto tempo gastaria para imprimir e ler todo o conteúdo da web?
090915_internet Rob Matthews resolveu imprimir todo o conteúdo da Wikipedia. Resultado: um livro de 5.000 páginas com todos os artigos do site.
Agora já pensou imprimir toda a internet? O site Creative Cloud resolveu calcular o que seria gasto para colocar a web em papel. Cerca de 45 milhões de cartuchos com 500.000 litros de tinta seriam necessários para fazer um livro que pesaria mais de 500 toneladas.
Para imprimir todo o conteúdo em uma impressora comum, levaria cerca de 3.805 anos, em uma leitura que duraria 57.000 anos, sem interrupções.
A natureza também não ia gostar muito que a web fosse impressa, já que 40.000 árvores precisariam ser sacrificadas.
Melhor deixar todo o conteúdo na rede, não acham?
Internet gratuita em praças amazônicas
090914santarem_xmatAcesso gratuito à internet em praça pública. E na Amazônia. É o que promete o NavegaPará, maior programa de inclusão digital do país, que disponibiliza internet gratuita em alta velocidade para escolas públicas, rede de saúde, aldeias indígenas e locais estratégicos de diversas cidades do Pará.
O serviço chegou há poucos dias na Praça do Mirante do Tapajós, ponto mais alto da orla de Santarém (PA).
“Desde que me falaram que tinha o Navegapará aqui na praça, passei a vir quase todos os dias, inclusive à noite, para fazer pesquisas para as minhas aulas. Eu tinha internet discada, mas saía muito cara”, comemorou a pedagoga Bruna Fernandes (foto).
Campeonato de Robótica

Esta sexta foi especialíssima para os alunos da Escola Nilton Lins, além de bastante movimentada.
Os alunos que mais acertaram enigmas educacionais na semana ganharam ingressos para diversos shows, entre eles o Samba Manaus. Ainda durante o intervalo vários alunos receberam os seus certificados do DNA, este que é o maior desafio de conhecimento utilizando a Internet, lembrando que somos tetracampeões no Amazonas, competindo com praticamente todas as escolas particulares e públicas de Manaus.
Já o ápice foi o campeonato de robôs lutando sumô, onde 10 equipes disputaram uma vaga para o nacional em Brasília. Com um embate sensacional na final, entre a equipe da Escola Nilton Lins e Miguel de Cervantes. A ENL foi a grande campeã e os alunos Diego Koji Takeda, Gabriel Ferreira Marinho, Rafael Campos e Larissa Lima estarão na grande final nos dias 20 à 25 de setembro em Brasília.

Histórico OBR:
Nos dois anos anteriores tivemos equipes da Escola Nilton Lins que estiveram em Florianópolis e Salvador, obtendo resultado significativo.
A OBR é uma iniciativa pública, gratuita e sem fins lucrativos totalmente dedicada às escolas, professores e jovens brasileiros (com ou sem conhecimento prévio em robótica) vinculados ao ensino fundamental, médio ou técnico que visa aproximar esse público desta importante e estimulante área tecnológica de diversas formas distintas, tais como: realização de provas em âmbito nacional, realização de torneios locais, parcerias com universidades, disponibilização de website com material de robótica pedagógica, fóruns para troca de experiência entre docentes, entre outros serviços. A OBR almeja em 2009 atingir os 50.000 alunos em todos os estados do país.
Os grandes objetivos da OBR são despertar e estimular o interesse pela Robótica, áreas afins e a Ciência em geral e promover a difusão de conhecimentos básicos sobre Robótica de forma lúdica e cooperativa. São também objetivos da OBR: promover a introdução da robótica nas escolas de ensino médio e fundamental; proporcionar novos desafios aos estudantes; aproximar a universidade dos ensinos médio e fundamental; identificar os grandes talentos e vocações em Robótica de forma a melhor instruí-los e estimulá-los a seguir carreiras científico-tecnológicas. A OBR procura ainda colaborar no desenvolvimento e aperfeiçoamento dos professores e colaborar com a melhoria do ensino em geral.

Fonte: http://blog.fabiocesar.com.br/2009/09/11/sexta-espetacular/

Nesta sexta as 10h
resized_OBR6_1Amanhã as 10h no pátio da Escolas Escola Nilton Lins, teremos uma sensacional competição entre robôs. Trata-se da modalidade prática onde equipes da ENL e Miguel de Cervantes irão competir valendo vaga para o brasileiro de robótica (OBR), em Brasília. Apenas uma equipe (4 alunos) será classificada.
Nos dois anos anteriores tivemos equipes da Escola Nilton Lins que estiveram em Flóripa e Salvador, obtendo resultado significativo.
A OBR é uma iniciativa pública, gratuita e sem fins lucrativos totalmente dedicada às escolas, professores e jovens brasileiros (com ou sem conhecimento prévio em robótica) vinculados ao ensino fundamental, médio ou técnico que visa aproximar esse público desta importante e estimulante área tecnológica de diversas formas distintas, tais como: realização de provas em âmbito nacional, realização de torneios locais, parcerias com universidades, disponibilização de website com material de robótica pedagógica, fóruns para troca de experiência entre docentes, entre outros serviços. A OBR almeja em 2009 atingir os 50.000 alunos em todos os estados do país.
Os grandes objetivos da OBR são despertar e estimular o interesse pela Robótica, áreas afins e a Ciência em geral e promover a difusão de conhecimentos básicos sobre Robótica de forma lúdica e cooperativa. São também objetivos da OBR: promover a introdução da robótica nas escolas de ensino médio e fundamental; proporcionar novos desafios aos estudantes; aproximar a universidade dos ensinos médio e fundamental; identificar os grandes talentos e vocações em Robótica de forma a melhor instruí-los e estimulá-los a seguir carreiras científico-tecnológicas. A OBR procura ainda colaborar no desenvolvimento e aperfeiçoamento dos professores e colaborar com a melhoria do ensino em geral.
Fonte: http://blog.fabiocesar.com.br/2009/09/10/nesta-sexta-as-10h/
Alunos de Manaus montam robôs para preservar o meio ambiente
Este monta e desmonta de pecinhas não tem nada a ver com brincadeira de criança. O assunto aqui é sério e vale nota no colégio igual à história, português, geografia. Desde o ensino fundamental esses alunos estudam robótica.
Aqui não são usadas apenas física e matemática no laboratório onde robôs são projetados, os estudantes descobrem que a tecnologia só é boa quando pode melhorar a vida de alguém. “Além do muro da escola, eles conseguem observar problemas sociais, problemas do meio ambiente, problemas que eles vão solucionar através da escola e do exercício da cidadania”, explica a pedagoga, Emanuelle Gil.

Thiago e Bruno fazem parte de um grupo que enxergou o futuro. Tiveram uma idéia, montaram um projeto e construíram o protótipo de um robô que no futuro pode ajudar a resolver um grave problema urbano de Manaus. “Nós fizemos o robô com este intuito: preservar a natureza e conscientizar as pessoas”, afirma o estudante Bruno Lins.
Mais de 100 quilômetros de igarapés atravessam toda a cidade de Manaus. Sobre esses cursos d´água foram erguidas favelas urbanas. Todos os dias são retiradas dessas áreas toneladas de lixo. O protótipo desenvolvido pelos estudantes quer, no futuro, auxiliar esse trabalho.
O equipamento é programado para chegar a áreas de difícil acesso e recolher o lixo. O protótipo do robô é testado em um parque e chama atenção de quem passa.
Os estudantes aproveitam para divulgar a necessidade de cuidar melhor do ambiente. “Boas idéias são sempre bem vindas. Quanto mais pessoas dedicarem seu tempo a ter boas ideias para melhorar a qualidade de vida de outras pessoas e o meio ambiente, com certeza essas ideias podem virar realidade”, conclui o estudante Tiago Carvalho.

Fonte: http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,MUL1268094-16021,00-TECNOLOGIA+E+CRESCIMENTO+SUSTENTAVEL.html

Mais um projeto em destaque nacional
p1080002Projeto desenvolvido na Escola Nilton Lins em parceria com a LEGO, alcança destaque nacional e será apresentado em dezembro na FIESP em São Paulo. Neste sábado 08/08 dando segmento ao projeto que teve inicio em março/09, aconteceu o 2º encontro(foto acima) com as crianças do GACC-AM (Grupo de Apoio à Criança com Câncer).
Os professores Almir Júnior e Keize Válerio, ambos com Certificação Internacional, ministraram uma aula especial de robótica educacional. O objetivo é fazer com que crianças e jovens, atendidos por organizações sociais, reflitam sobre o Brasil, suas cidades e comunidades, levantem demandas e busquem soluções responsáveis e criativas utilizando a arte de construção em LEGO, o cinema e a robótica educacional para expressar suas idéias e anseios para construção de um novo país.
Através da resolução de problemas com o uso de TICS (Tecnologias da Informação e Comunicação) e de material de construção, proporcionando oportunidades de aprendizagem com ênfase nos 4 pilares para a Educação do Século XXI (Relatório UNESCO).
1 – Eixo Conhecer: Aprofundamento dos conhecimentos dos alunos sobre a temática proposta – cidades e suas questões; descoberta e articulação com diversas instâncias de seus bairros e cidades; Uso da arte de construção em LEGO, da robótica educacional e do cinema como representação das questões estudadas.
2 – Eixo Conviver: Articular as diversas equipes de crianças e jovens de cada uma das instituições envolvidas no projeto, em cada localidade, em trabalhos cooperativos e coletivos que envolvam suas comunidades numa reflexão sobre seus bairros e cidades, buscando soluções conjuntas de interesse coletivo.
3 – Eixo Ser: Estimular o desenvolvimento das potencialidades das crianças e jovens individualmente.
4 – Eixo Fazer: Como resultado da pesquisa, escolha do tema e articulações com diversos agentes sociais, os participantes irão construir projetos em LEGO e materiais alternativos (papel, alumínio, plástico, massa modelar, etc…), com o uso da robótica educacional e filmes em stop motion (LEGO Studios).
Segundo o professor Fábio César, coordenador do projeto, “não existe nada melhor na vida do que poder ajudar ao próximo, e é isso que propiciamos na condução deste projeto mundial. Observar o sorriso destas crianças, é com certeza um momento único e inesquecível na vida de qualquer pessoa. A minha caminhada como diretor da ENL não seria completa sem esta ação solidária e de voluntariado” afirma.
Nos próximos encontros teremos a participação da Casa Mamãe Margarida, Casa Vhida e Grupo Raio de Sol.

Fonte: http://blog.fabiocesar.com.br/2009/08/08/mais-um-projeto-em-destaque-nacional/

ENL realmente à frente do seu tempo
enlDurante as aulas de informática na Escola Nilton Lins, os alunos estão aprendendo diversas técnicas de filmagem, utilizando vários recursos tecnológicos.
A primeira delas foi o Chroma key, pois é uma técnica de efeito visual que consiste em colocar uma imagem sobre uma outra através do anulamento de uma cor padrão, como exemplo o verde ou o azul. A maioria dos telejornais utilizam essa técnica quando apresentam gráficos em suas edições, bem como à previsão do tempo.
Já o Stop motion é uma modalidade de animação que utiliza modelos reais em diversos materiais, dentro dos mais comuns, estão a massa de modelar. No cinema o material utilizado tem que ser mais resistente e maleável, visto que, os modelos têm que durar meses, para cada segundo de filme são necessários aproximadamente 24 quadros (frames). Um grande exemplo da utilização dessa técnica é o filme fuga das galinhas, na experiência feita em sala de aula(foto), os alunos estão trabalhando com 5 frames por segundo, pois o tempo é limitado para produção das animações. Com essa técnica as turmas estão sendo divididas em equipes e terão que desenvolver uma animação de 30 segundos com tema definido.
Segundo o professor de informática Almir Júnior, “até o final do 3º bimestre estaremos com um repertório de vídeos produzidos pelos alunos, assim montaremos um canal de TV na web com transmissões sob demanda e por streaming, o lançamento do projeto ao qual chamamos de TV ENL está previsto para setembro durante o campeonato regional de robótica, onde estaremos realizando a transmissão do evento em tempo real pela internet” afirma.
Novo e-book tem funções de smartphone
090728_samsungUm leitor de livros com algumas funcionalidades de PDA. Este é o objetivo do SNE-50K, o novo gadget da Samsung.
Com tela de 5 polegadas e pesando cerca de 190 gramas, o novo leitor e-book vem com 512MB de memória e resolução de 600 x 800 pixels.
Além de ler livros, o dispositivo terá algumas funções de smartphone, como calendário e bloco de notas, além de ser compatível com documentos do Office e PDF, que podem ser convertidos para imagens.
O SNE-50K vai começar a ser vendido apenas na Coréia do Sul, por cerca de 270 dólares, e deve chegar ao mercado europeu e americano no próximo ano.
SBPC: Mudança de atitudes e paradigmas

resized_dsc01681Com a SBPC que se encerra hoje, alunos do ensino fundamental e médio do Estado do Amazonas tiveram a chance de provar que é desde cedo que se faz ciência. Eles fizeram apresentações de trabalhos científicos durante a SBPC Jovem – evento paralelo à 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SPBC), que aconteceu de 12 a 17 de julho em Manaus (AM). Composto por 68 oficinas, 29 apresentações de trabalhos em forma oral, 48 em forma de pôsteres, o evento contou ainda com 17 exposições interativas e encontros com cientistas.
Entre as oficinas um dos destaques foi a de “Ecossistemas aquáticos amazônicos: uma abordagem sobre ecologia, sustentabilidade e impactos ambientais”, que ocorreu na manhã do dia 14 de julho. Ministrada pela pesquisadora do Inpa Alzira Miranda de Oliveira, a oficina, teve a duração de duas horas, fornecendo noções gerais dos diferentes ecossistemas aquáticos amazônicos. No final, os estudantes foram estimulados a montar um gibi sobre o tema.
Já nas tardes, os participantes tiveram acesso a renomados cientistas brasileiros. “Em uma conversa informal com os estudantes, vários pesquisadores falaram sobre suas atividades de pesquisa, o cotidiano de um laboratório e histórias de vida, com o intuito de incentivar os jovens à carreira científica”, conta a coordenadora executiva da SBPC Jovem, Anete Jeane Marques Ferreira, da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (SECT), do Amazonas.
Completando a programação, os estudantes observaram as exposições “Darwin Now”, realizada pelo Conselho Britânico no Brasil em comemoração aos 150 anos da publicação do livro A origem das espécies; além da “Agência Espacial Brasileira (AEB) na escola” e o “Circo da ciência”, que foi montado pela Associação Brasileira dos Centros e Museus de Ciência (ABMC). Professores e alunos da ENL e MC aparecem na foto acima ao lado do tataraneto do Darwin.
Segundo Fábio César o objetivo dessas atividades foi de desmistificar. Mostrando aos jovens que a ciência está presente no dia-a-dia deles e torná-los atores do processo de ensino das ciências, que no Brasil está muito teorizado. E isso representa uma mudança de atitudes e paradigmas”, afirma.

Fonte: http://blog.fabiocesar.com.br/2009/07/17/mudanca-de-atitudes-e-paradigmas/