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Robôs substituem professores em salas de aula da Coreia do Sul
Projeto piloto levou 29 robôs para ensinar inglês a jovens.
Robôs são controlados remotamente por professores humanos.01zrobotpronto

Uma cidade da Coreia do Sul está testando o uso de robôs em salas de aula. O projeto piloto levou 29 robôs que medem 1 metro de altura para ensinar inglês a jovens. Os robôs são controlados remotamente por professores que ficam nas Filipinas.
Robôs substituem professores em salas de aula da Coreia do SulRobôs ensinam inglês a crianças em cidade da Coreia do Sul. (Foto: AFP)Como os robôs dispõem de uma TV que exibe o rosto de uma mulher, câmeras detectam as expressões faciais dos professores e as refletem nesse rosto. Além disso, os professores conseguem ver e ouvir os estudantes por meio de um sistema remoto.

Além da leitura de livros, os robôs usam um software pré-programado para cantar músicas e jogar games com os alunos. Segundo uma porta-voz da Secretaria de Educação da cidade, os robôs ainda estão sendo testados, mas o governo estuda contratá-los por um período maior.

“Ter os robôs em sala de aula deixa os alunos mais participativos, especialmente os tímidos que têm medo de falar”, explicou a porta-voz. Ela também afirmou que a ideia não é substituir os professores humanos, e, sim, atualizar o sistema de ensino e dar aos alunos formas mais interessantes de aprendizado.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/12/robos-substituem-professores-em-salas-de-aula-da-coreia-do-sul.html

Robótica Educacional ENL – Programa Homem da Floresta

Parte 2

Parte 3

Robótica Educacional na tribo Sateré-Mawé – ENL

Concuso: Aviões de papel – ENL

“A emissão de um Diploma” Cap. 03 – A reportagem

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Essa novela está ficando cada vez mais emocionante, mesmo sabendo qual será o final dessa história, segue o terceiro capitulo que não foi diretamente escrito por mim, mas que nos ajuda a entender as cenas dos próximos capítulos.

UEA tem 52% dos cursos ainda não reconhecidos

Além da impossibilidade de concorrer a vagas em concursos públicos, pós-graduação, mestrado ou doutorado, os alunos da universidade se sentem prejudicados com a ausência do diploma.

Dos 38 cursos oferecidos pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) em Manaus e no interior do Estado, apenas 20, cerca de 52%, foram reconhecidos pelo Conselho Estadual de Educação (CEE).  Além da impossibilidade de concorrer a vagas em concursos públicos, pós-graduação, mestrado ou doutorado, os alunos da universidade se sentem prejudicados com a ausência do diploma.

A universidade foi credenciada através da Resolução nº 006/01 do CEE, em 2001, oferecendo 13 cursos de graduação com duração de 4 a 6 anos. Para o reconhecimento no conselho, a UEA deve apresentar um projeto  no momento da criação de cada curso. Durante o reconhecimento, o conselho avalia se  o projeto apresentou falhas ou irregularidades de execução.

Segundo a presidente do Conselho Estadual de Educação, Darcy Neves, a insituição é avaliada a partir de critérios como estrutura física, pedagógica e acadêmicas. “Entre outros critérios, uma comissão avalia a oferta de cursos de extensão, acervo bibliográfico, estrutura do prédio, presença de professores qualificados e assiduidade deles”, disse.

Ainda de acordo com Darcy, o curso pode ser registrado mesmo que a excelência dele seja considerada insatisfatória. O processo de reconhecimento é realizado em um prazo máximo de três meses após a formação da primeira turma.

Darcy ressalta ainda que o conselho recebeu apenas uma denúncia contra a UEA por falta de condições físicas e acadêmicas oferecidas pela universidade durante os nove anos de existência da instituição. “Vários cursos já foram reconhecidos e não houve problemas em reconhecê-los, mas os alunos que se sentirem prejudicados devem sim encaminhar denúncias ao conselho”, destacou.

Para a conselheira, a falta de reconhecimento de um curso não impede que os alunos possam buscar oportunidades acadêmicas e profissionais. “A falta de reconhecimento causa apenas um prejuízo documental para o aluno, porque ele ainda não possui o diploma. Mesmo assim a universidade é obrigada a fornecer uma certidão ou declaração de conclusão até que o curso seja reconhecido”, afirmou.

Almir de Oliveira, 25 anos, concluiu o curso de licenciatura em Informática na UEA em 2008, mas ainda não recebeu o diploma. “O curso foi criado em 2005, mas ainda não foi reconhecido. Eu estou sendo prejudicado porque preciso tomar posse em uma vaga de concurso ainda este mês e só tenho a certidão de conclusão”, alegou.

A presidente do conselho informou que  a UEA deu entrada no processo de reconhecimento do curso de licenciatura em Informática somente na semana passada. Ela alegou que os cursos ainda não credenciados no conselho são aqueles que foram oferecidos recentemente pela instituição.

A assessoria de comunicação da UEA informou que os cursos não reconhecidos estão em processo de avaliação no Conselho Estadual de Educação.

19 Jun 2010 . 17:00 h

Por: Vanessa Brito

Fonte: http://www.d24am.com/noticias/amazonas/uea-tem-52-dos-cursos-ainda-nao-reconhecidos/1495

Categoria: Educação  One Comment
A emissão de um Diploma” Cap. 02

becas estContinuando minha saga:  “A emissão de um Diploma” venho compartilhar o segundo capitulo dessa inquietante história.

No capitulo anterior – Este “Licenciado” que vos fala esteve correndo atrás de respostas para o verdadeiro descaso que é a nossa Universidade do Estado do Amazonas. Foram tantas as pessoas consultadas, tantas as repostas a mim direcionadas, nenhuma de fato convincente.

Houve quem afirmasse com tanta convicção que não havia problema algum com o reconhecimento do curso de Licenciatura em Informática, alguém que esteve trancafiado em uma sala o tempo todo em que esteve a frente da direção da universidade. De fato é de se acreditar nestas  palavras e afirmações sábias. Convenhamos gente amiga,  qualquer pessoa em um “Cargo Político” tentaria tirar proveito ao máximo de seu cargo para mais adiante colher os benefícios da forma mais “licita”que se possa imaginar.

E agora o que vemos é uma Universidade partidária que busca a qualquer custo eleger representantes políticos em nosso estado.

Pois bem voltando ao resumo do capitulo anterior, entrei em contato pelo “twitter com a @dilmabr do amazonas” e nada pude resolver. As únicas informações adquiridas com este contato foi apenas nomes de pessoas a quem me dirigir dentro da reitoria de nossa inabalável universidade. Como já conhecemos o tipo de figuras a que nos deparamos dentro da instituição, nem me dei o trabalho de perder meu precioso tempo de ir até a reitoria procurar estas pessoas.

Aqui começa o segundo capitulo, novos personagens entram em cena, e é claro um novo cenário.

Esse novo cenário surge quando decidi buscar na LDB respostas para minhas inquietações. Ao editar a Portaria 877, de 30 de julho de 1997, o MEC estava disciplinando os procedimentos de reconhecimento de cursos e habilitações, para o Sistema Federal de Ensino – já que nos sistemas estaduais, segundo nosso entendimento, cabe aos estados respectivos disciplinar.

Pois bem, saí em busca a quem de respeito pudesse responder por esta situação encontrada dentro da Universidade do Estado do Amazonas. Me dirigi até o Conselho Estadual de Educação e fui recebido como se estivesse no tapete vermelho da cerimônia de entrega do OSCAR. As pessoas que ali trabalham são de uma simpatia inigualável ( aqui é sem ironias ), fui atendido super bem pela Sra. Eliete e que me ouviu de pronto o que tinha a esclarecer.

Para minha surpresa, alguém já tinha chegado com informações a meu respeito e ao processo de reconhecimento do curso (aqui entra a personagem Mirian).

Uma senhora muito bacana havia ligado um dia antes para este conselho perguntando sobre o tal processo de reconhecimento do curso, o que nesse momento ajudou bastante. Resumindo toda essa cena dentro do CEE, fui informada pela simpaticíssima Sra. Eliete que nossa universidade já estava acelerando o processo de reconhecimento do curso. (as vezes é necessário cutucar a onça com a vara curta). Incrível isso não acham?

É mais não para por ai, aqui entra o acontecimento que faz a fusão com o próximo capitulo. Entre o dia em que a Sra. Mirian fez o primeiro contato com o CEE e a minha visita a este conselho, surgiram alguns problemas  que ainda persistem até o presente momento. Foi constatado no ato de formulação do processo de reconhecimento do curso, que o mesmo não contemplava a disciplina de LIBRAS em sua grade curricular, o que atrasou em alguns dias a chegada do processo até o conselho.

Pois bem senhores… aqui vai a fusão para o próximo capitulo.

Fui informado pelo nosso sábio coordenador Prof. Shreder, que meu diploma não será emitido até que eu regresse a universidade pra realizar uma pequena “complementação”em minha grade curricular.

Fica a fusão:

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005.

Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e no art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000,

DECRETA:

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1o Este Decreto regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

Art. 2o Para os fins deste Decreto, considera-se pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais – Libras.

Parágrafo único. Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas freqüências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz.

CAPÍTULO II

DA INCLUSÃO DA LIBRAS COMO DISCIPLINA CURRICULAR

Art. 3o A Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

§ 1o Todos os cursos de licenciatura, nas diferentes áreas do conhecimento, o curso normal de nível médio, o curso normal superior, o curso de Pedagogia e o curso de Educação Especial são considerados cursos de formação de professores e profissionais da educação para o exercício do magistério.

§ 2o A Libras constituir-se-á em disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional, a partir de um ano da publicação deste Decreto.

Fonte: http://proeg.ufam.edu.br/parfor/pdf/decreto%20de%20lei%20de%20libras.pdf

Aguardem cenas dos próximos capítulos…

“A emissão de um Diploma” Cap. 01

formadoNão é de hoje que estamos indignados com a falta de respeito e com a credibilidade da Universidade do Estado do Amazonas – UEA.

No final de 2008 concluí minha graduação em Licenciatura em Informática pela UEA – Univerisadade do Estado do Amazonas, mesmo com tantas dificuldades encontradas no decorrer do processo, foram tantas as ocorrências que me tornaria extenso demais ao relatar todos os fatos, desde a falta de professor, quanto a falta de suporte a laboratórios e as constantes mudanças de formatação de grade curricular.

Hoje, já com especialização em Informática na Educação me deparo com um enorme problema, o que me faz pensar que os 4 anos vividos dentro da Universidade não me valeram de nada.

Há alguns meses venho participando de um concurso publico para o quadro de professores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFAM. Depois de todas as fases do concurso serem realizadas me deparo com um enorme problema no ato de minha posse do cargo ao qual fui aprovado. No ultimo dia 01 estive no DGP do IFAM para entregar os documentos necessários para tomar posse do cargo e fui surpreendido com a informação que meu “certificado de conclusão” da graduação que havia realizado na UEA não poderia ser aceito. Questionei então o porque de o mesmo não ser aceito, e me foi informado que o documento deveria ser um “diploma” e não uma Certidão de Conclusão. Repliquei com a única resposta que me cabia, era de que até o presente momento a UEA não nos tinha emitido diploma algum. Com isso, o DGP do IFAM me disse que em hipótese alguma eu poderia estar tomando posse do cargo apenas com a certidão de conclusão, já que para tomar posse os documentos passariam pela CGU – Controladoria Geral da União a fim de validar os documentos entregues. Saí do lugar com ar de ter passado quatro anos de minha vida a toa dentro da universidade sem ter ao menos reconhecimento disso.

Bom, logo em seguida saí a procura de explicações para a UEA não ter emitido até hoje os diplomas dos alunos que concluíram o curso junto comigo. Estive na coordenação do meu curso que fica localizado no pólo da UEA da Darcy Vagas, Instituto Superior de Tecnologia – EST onde conversei com o coordenador do curso Prof. ODWALDO SCHREDER e relatei o problema que estava passando. Fui informado por ele que o processo de reconhecimento do curso encontrava-se em andamento, mas sem previsão de resposta. E já se vão quase 5 anos desde que o curso foi autorizado em 29/07/2005 pela lei Delegada do Art. 35 Decreto 5.773/06 (Redação dada pelo Art. 2 Decreto 6.303/07). De acordo com o site do MEC um curso pode receber o reconhecimento quando sua primeira turma estiver com 50% do curso realizado. O que falta então para que este curso seja reconhecido? Não somente esse, quantos mais estão nesta mesma situação?

Fica a incerteza de quantos mais já passaram por este problema sem punição alguma a esta que se diz “Instituição de Ensino”

Estou  indignado, correndo o risco de não poder assumir o cargo ao qual fui aprovado, e torna-me mais uma pessoa a ser lesada por essa políticas publicas que nada fazem por cidadãos.

Aguardem cenas dos próximos capítulos…

Voltei!!!
VolteiAgora sim voltei… como diria meu amigo “lucluc” “ Rápido e Rasteiro”Quando assumimos um novo compromisso, temos que abdicar de algumas coisas que nos fazem preencher o tempo ocioso. Confesso que esses últimos meses, minha vida se resumiu em apenas “trabalho”. Uma nova experiência me encheu o ego de alegria e prazer. Trabalhar com crianças é sem duvida algo tão mágico quanto um coelho à sair da cartola. A doçura ao falar, um gesto a chamar, uma duvida a esclarecer, é tudo tão diferente de qualquer outra forma de vida. As oportunidades aparecem, junto com elas surgem pessoas em nossos caminhos que nos proporcionam dias incríveis em um ambiente de trabalho que nos remete aos pouco a nossa casa, a nossa família. Pessoas que fazem sentirmos parte de um propósito, de uma esperança, de uma conquista. Mesmo que de longe essa utopia, possa parecer impossível damos o máximo de nós mesmos para que um dia possamos escutar ao menos um muito obrigado.

A grande família que conquistei nestes últimos meses o meu muito obrigado e fiquem certos que serão lembrados não apenas por termos compartilhados momentos juntos, mas por termos construído experiências indagadoras.

Como já dizia Paulo Freire, ensinar exige ética e criticidade, ter uma postura de curiosidade e inquietação indagadora.

Almir Jr.

MEC comprará 1,2 mi de laptops educacionais no começo de 2010
notebook-baratoEmbora o leilão para a compra de 150 mil laptops para o projeto piloto do Programa Um Computador por Aluno (UCA) ainda não tenha um desfecho, o Ministério da Educação (MEC) realizará no começo do próximo ano um novo pregão eletrônico para o programa. Na nova licitação, o MEC planeja comprar 1,2 milhão de laptops educacionais a serem destinados aos governos estaduais e municipais com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo o assessor especial da Presidência da República, Cezar Alvarez, o pregão eletrônico acontecerá entre janeiro e fevereiro e será aberto para os fabricantes que quiserem fornecer laptop de baixo custo para escolas públicas.
Para prefeituras e governos estaduais que quiserem participar do leilão, haverá uma linha de financiamento que está sendo criada pelo BNDES. A linha de crédito será de 630 milhões de reais, mas o banco ainda não definiu as condições do empréstimo.
O governo federal também estuda incentivos para as indústrias interessadas em fornecer os laptops educacionais. Segundo o assessor da Presidência da República, José Luiz Aquino, o notebook deverá custar aproximadamente 230 dólares. É possível que a isenção de impostos para esses equipamentos esteja contemplada na nova MP do Bem, que o presidente Luiz Inácio Lula deverá assinar nos próximos dias.

Indefinição
Faz quase três anos que o governo federal está tentando comprar 150 mil laptops educacionais por meio de pregão eletrônico para serem distribuídos para escolas públicas. A primeira que teve a Positivo como vendedora foi cancelada porque os preços oferecidos foram considerados elevados.
No ano passado saiu uma nova licitação em que a fabricante Comsat apresentou o menor preço. No entanto, os notebooks da companhia foram reprovados pelos testes do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (InMetro) e ganhou a empresa Digibras, que havia oferecido o segundo menor preço, foi declarada vencedora. Nesta segunda-feira, a Comsat informou que vai recorrer da decisão.
Enquanto aguarda o desfecho dessa licitação, o governo tentará fazer uma outra compra de 1,2 milhão de laptops, uma volume bem maior que os 150 mil previstos inicialmente. A expectativa dos técnicos é desta vez os equipamentos consigam chegar às escolas para o início do ano letivo de 2010.

Vendas do Kindle batem recorde mensal em novembro
kindleA varejista online Amazon.com informou nesta segunda-feira que o seu aparelho digital de leitura Kindle bateu recorde de vendas em novembro, enquanto empresas rivais ainda enfrentam dificuldade para atender a encomendas por seus dispositivos.
A Amazon.com disse que os clientes estão comprando vários Kindles de uma só vez como presentes de Natal, e que empresas estão adquirindo o dispositivo “em grandes quantidades” para dar de presente a empregados ou clientes. A Amazon.com não forneceu, contudo, números de vendas.
A declaração da Amazon.com sobre o sucesso do Kindle vem após os avisos da Barnes & Noble e da Sony aos consumidores de que os seus “e-readers” estavam esgotados antes do início da temporada de compras de fim de ano devido à alta demanda.
Apesar de a demanda comprovar o interesse dos consumidores por dispositivos dessas marcas, a Barnes & Noble e a Sony parecem ter perdido uma oportunidade de ganhar participação no mercado contra o líder Kindle.
No domingo, a Barnes & Noble disse que iria adiar a remessa do leitor recentemente lançado Nook às lojas por ainda se esforçar para entregar os dispositivos vendidos antecipadamente durante o pré-lançamento.
A loja de livros disse na semana passada que tinha reduzido a sua previsão de lucro porque espera uma temporada de compras difícil, assim como maiores custos para acelerar a produção do Nook.