E pela primeira vez no mundo, pesquisadores fizeram uma transmissão em 4K, ao vivo, para 3 continentes. Cada segundo dessa imagem pesa 2 Giga, daí você imagina o trabalho que deu… Veja como eles conseguiram!
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E pela primeira vez no mundo, pesquisadores fizeram uma transmissão em 4K, ao vivo, para 3 continentes. Cada segundo dessa imagem pesa 2 Giga, daí você imagina o trabalho que deu… Veja como eles conseguiram!
A inclusão social e digital dos indígenas brasileiros está, aos poucos, se transformando em realidade.Usando como principal ferramenta o software livre, o portal Web Brasil Indígena foi criado com a finalidade de promover a inclusão e já começa a atingir as comunidades indígenas espalhadas por todo o país.
A tecnologia do software livre foi adotada porque “era mais interessante e colaborativa”, disse hoje (10) Anápuáka Muniz Tupinambá Hã hã hãe, índio da etnia Tupinambá, ao participar do Encontro de Negócios em Software Livre, no Info Rio 2009 – 7º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios. O evento é promovido pelo Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (Seprorj).
Coordenador-geral de tecnologia da informação e comunicação (TIC) do Web Brasil Indígena, Anápuáka Muniz afirmou que os resultados iniciais são promissores, embora tenha salientado que para incluir é preciso que haja a parceria do governo.
O portal utiliza os pontos de acesso à internet disponibilizados pelo governo federal nas aldeias. “Isso é um primeiro ponto para a gente: poder utilizar essa tecnologia”. O portal usa as ferramentas de mídia do software livre e promove sua adaptação e flexibilização às etnias indígenas”.
Ele pretende levar o pleito às autoridades federais. Para isso, procura participar de todos os eventos relacionados à tecnologia da informação. “Até para eles poderem enxergar a gente. Não é só chegar lá batendo na porta com uma ideia na cabeça. É mostrar que a gente já está mudando e está levando resultados já presentes. Espero que o governo venha olhar para a gente, sim, com uma boa participação”.
O Web Brasil Indígena gera conteúdo étnico e de mídia em todas as áreas, com a meta de mostrar à sociedade o passado, presente e futuro dos indígenas brasileiros. A idéia é mostrar mais conteúdo para o povo brasileiro, afirmou Anápuáka Muniz. No portal, também é possível ter acesso à cultura indígena contemporânea, por meio da rede social Aldeia Brasil Indígena, além de material para pesquisadores e estudantes indígenas no blog Acadêmico WBI.
Rob Matthews resolveu imprimir todo o conteúdo da Wikipedia. Resultado: um livro de 5.000 páginas com todos os artigos do site.Agora já pensou imprimir toda a internet? O site Creative Cloud resolveu calcular o que seria gasto para colocar a web em papel. Cerca de 45 milhões de cartuchos com 500.000 litros de tinta seriam necessários para fazer um livro que pesaria mais de 500 toneladas.
Para imprimir todo o conteúdo em uma impressora comum, levaria cerca de 3.805 anos, em uma leitura que duraria 57.000 anos, sem interrupções.
A natureza também não ia gostar muito que a web fosse impressa, já que 40.000 árvores precisariam ser sacrificadas.
Melhor deixar todo o conteúdo na rede, não acham?
Acesso gratuito à internet em praça pública. E na Amazônia. É o que promete o NavegaPará, maior programa de inclusão digital do país, que disponibiliza internet gratuita em alta velocidade para escolas públicas, rede de saúde, aldeias indígenas e locais estratégicos de diversas cidades do Pará.O serviço chegou há poucos dias na Praça do Mirante do Tapajós, ponto mais alto da orla de Santarém (PA).
“Desde que me falaram que tinha o Navegapará aqui na praça, passei a vir quase todos os dias, inclusive à noite, para fazer pesquisas para as minhas aulas. Eu tinha internet discada, mas saía muito cara”, comemorou a pedagoga Bruna Fernandes (foto).
Esta sexta foi especialíssima para os alunos da Escola Nilton Lins, além de bastante movimentada.
Os alunos que mais acertaram enigmas educacionais na semana ganharam ingressos para diversos shows, entre eles o Samba Manaus. Ainda durante o intervalo vários alunos receberam os seus certificados do DNA, este que é o maior desafio de conhecimento utilizando a Internet, lembrando que somos tetracampeões no Amazonas, competindo com praticamente todas as escolas particulares e públicas de Manaus.
Já o ápice foi o campeonato de robôs lutando sumô, onde 10 equipes disputaram uma vaga para o nacional em Brasília. Com um embate sensacional na final, entre a equipe da Escola Nilton Lins e Miguel de Cervantes. A ENL foi a grande campeã e os alunos Diego Koji Takeda, Gabriel Ferreira Marinho, Rafael Campos e Larissa Lima estarão na grande final nos dias 20 à 25 de setembro em Brasília.
Histórico OBR:
Nos dois anos anteriores tivemos equipes da Escola Nilton Lins que estiveram em Florianópolis e Salvador, obtendo resultado significativo.
A OBR é uma iniciativa pública, gratuita e sem fins lucrativos totalmente dedicada às escolas, professores e jovens brasileiros (com ou sem conhecimento prévio em robótica) vinculados ao ensino fundamental, médio ou técnico que visa aproximar esse público desta importante e estimulante área tecnológica de diversas formas distintas, tais como: realização de provas em âmbito nacional, realização de torneios locais, parcerias com universidades, disponibilização de website com material de robótica pedagógica, fóruns para troca de experiência entre docentes, entre outros serviços. A OBR almeja em 2009 atingir os 50.000 alunos em todos os estados do país.
Os grandes objetivos da OBR são despertar e estimular o interesse pela Robótica, áreas afins e a Ciência em geral e promover a difusão de conhecimentos básicos sobre Robótica de forma lúdica e cooperativa. São também objetivos da OBR: promover a introdução da robótica nas escolas de ensino médio e fundamental; proporcionar novos desafios aos estudantes; aproximar a universidade dos ensinos médio e fundamental; identificar os grandes talentos e vocações em Robótica de forma a melhor instruí-los e estimulá-los a seguir carreiras científico-tecnológicas. A OBR procura ainda colaborar no desenvolvimento e aperfeiçoamento dos professores e colaborar com a melhoria do ensino em geral.
Fonte: http://blog.fabiocesar.com.br/2009/09/11/sexta-espetacular/
A Nokia insiste em ter criado uma nova categoria de computadores, mas as características básicas não mentem. Trata-se de um netbook: pequeno, ultraportátil, com processador Intel Atom e voltado às aplicações básicas de internet.Chamado de Booklet 3G, o aparelho foi apresentado na semana passada, no Nokia World, em Stuttgart, e tem como grande destaque sua bateria de 16 células, que promete 12 horas de duração, ou ao menos oito se executar programas mais exigentes, segundo a Nokia.
Outra novidade é o Windows 7, que deve otimizar o desempenho do computador e ocupar menos espaço do que o XP.
Apesar da tentativa de rapidez, o pequeno é extremamente lento para ligar e desligar.
Com testes feitos em três diferentes máquinas, ele levou em média um longo minuto para desligar e outro para ligar. No geral, porém, teve bom desempenho. Nos testes, chegou a executar oito programas ao mesmo tempo sem engasgos.
Quedas
Um destaque do Booklet é sua resistência a quedas –na demonstração, o funcionário da Nokia jogou várias vezes o aparelho no chão, sem consequências aparentes.
O Booklet 3G tem entrada para chip SIM, USB e HDMI. O computador traz 3G integrado, Bluetooth, Wi-Fi e lê cartões de memória. Tem 1 Gbyte de RAM e disco rígido de 120 Gbytes.
O aparelho também tem câmera integrada de 1,3 Mpixel, microfone e alto-falantes -que decepcionam pela baixa potência de som. A tela de dez polegadas tem cobertura de vidro e alta resolução (1.280×720).
O Booklet 3G é pequeno e leve, pesa em torno de 1,2 kg. O touch pad é suficiente e o teclado surpreende, já que as teclas são espaçadas.
O netbook é feito de alumínio e totalmente selado -sem saída de ventilação. Funciona silenciosamente e o calor é dissipado através do alumínio.
O preço previsto é salgado: 575 euros. No Brasil, deve chegar em um ano.
Amanhã as 10h no pátio da Escolas Escola Nilton Lins, teremos uma sensacional competição entre robôs. Trata-se da modalidade prática onde equipes da ENL e Miguel de Cervantes irão competir valendo vaga para o brasileiro de robótica (OBR), em Brasília. Apenas uma equipe (4 alunos) será classificada.Nos dois anos anteriores tivemos equipes da Escola Nilton Lins que estiveram em Flóripa e Salvador, obtendo resultado significativo.
A OBR é uma iniciativa pública, gratuita e sem fins lucrativos totalmente dedicada às escolas, professores e jovens brasileiros (com ou sem conhecimento prévio em robótica) vinculados ao ensino fundamental, médio ou técnico que visa aproximar esse público desta importante e estimulante área tecnológica de diversas formas distintas, tais como: realização de provas em âmbito nacional, realização de torneios locais, parcerias com universidades, disponibilização de website com material de robótica pedagógica, fóruns para troca de experiência entre docentes, entre outros serviços. A OBR almeja em 2009 atingir os 50.000 alunos em todos os estados do país.
Os grandes objetivos da OBR são despertar e estimular o interesse pela Robótica, áreas afins e a Ciência em geral e promover a difusão de conhecimentos básicos sobre Robótica de forma lúdica e cooperativa. São também objetivos da OBR: promover a introdução da robótica nas escolas de ensino médio e fundamental; proporcionar novos desafios aos estudantes; aproximar a universidade dos ensinos médio e fundamental; identificar os grandes talentos e vocações em Robótica de forma a melhor instruí-los e estimulá-los a seguir carreiras científico-tecnológicas. A OBR procura ainda colaborar no desenvolvimento e aperfeiçoamento dos professores e colaborar com a melhoria do ensino em geral.
Na semana passada, uma pesquisa divulgada pelo Sindicato de Trabalhadores de Comunicação dos Estados Unidos (CWA, em inglês) mostrou que a Coreia do Sul é o país com a maior média de velocidade de conexão à internet, marcando 20,4 Mbps. O número, é quatro vezes maior do que o registrado nos Estados Unidos, por exemplo.Nos computadores brasileiros, a realidade é bem diferente. No ano passado, o Procon-SP recebeu cerca de 11 mil reclamações de usuários de banda larga. A maioria questionando a incapacidade da operadora oferecer o serviço prometido em contrato, inclusive a velocidade.O problema é que os contratos das operadoras anunciam as velocidades máximas a serem atingidas, mas isso não significa que será essa a velocidade desempenhada na conexão diária do usuário.
Um dos itens do contrato, por exemplo, garante que a operadora tem a possibilidade de oferecer até 10% da velocidade contratada. Assim, em uma conexão de 2 Mbps, a velocidade pode chegar a até 200 Kbps, por exemplo, conforme foi relatado no contrato.
De acordo com o Procon-SP, o consumidor que se sentir lesado deve entrar em contato com a operadora para reclamar. Caso a solução não seja satisfatória, a saída é registrar uma reclamação junto a um órgão de defesa do consumidor da cidade.
Se você se encaixa nesse perfil —de quem acredita que a velocidade oferecida pela operadora não chega nem perto da que você anda navegando— saiba que existem alguns softwares e sites que medem a conexão em tempo real. Confira alguns:
Broadband Speed Test
Com interface de fácil utilização, o software se abre como uma pequena janela ao ser utilizado. Mede tanto a velocidade de download como a de upload e pode ajudar na resolução de problemas corriqueiros de conectividade.
My Speed PC Lite
O aplicativo gratuito de 1,38 MB é voltado para quem tem Windows XP e quer estar sempre a par da velocidade de conexão. O programa mede tanto a velocidade de download como a de upload. A qualidade do serviço prestado por sua operadora de Internet também é medida. O programa oferece gráficos de navegação baseados no tempo da conexão e classifica a velocidade obtida. Em inglês.
BitMeter II
Com apenas 1,22 MB, o software mostra a velocidade de upload e download de sua conexão em tempo real. Traz ainda um histórico de uso da rede e uma calculadora de tempo de download e um cronômetro de download.
NetMeter
O programa é customizável, pesa apenas 599 KB e aponta as medidas usando gráficos bastante didáticos. Também permite determinar as taxas de download e upload obtidas.
MyConnection PC
Em tempo real, o programa de 1,34 MB testa a verdadeira velocidade de conexão à web usando gráficos que apontam as taxas de upload e download dos arquivos.
As distribuidoras de energia elétrica já podem usar sua rede para transmitir internet banda larga. Nesta terça-feira (25), a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou a regulamentação do PLC (Power Line Communications), que também permite fornecer sinal de TV por assinatura direto da tomada de sua casa. O processo legal para que o serviço seja oferecido deve levar cerca de 5 meses.A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) já havia homologado em abril a tecnologia que permite o tráfego de voz, dados e imagens pela rede elétrica. Conhecida como PLC, a nova forma de acesso à web já existe há cerca de dez anos e é vendida na Europa a uma velocidade de 4,5 Mbps -que deve chegar a 14 Mbps até o final do ano.
Entre as condições para a utilização da infra-estrutura da rede está a garantia da qualidade do fornecimento de energia elétrica para os consumidores e, se houver necessidade de investimento na rede, o custo será de responsabilidade da empresa de telecomunicações.
As concessionárias de energia não podem fornecer o acesso à internet diretamente. Por isso devem disponibilizar sua rede para operadoras ou criar subsidiárias. A AES Eletropaulo já divulgou que não pretende vender o PLC diretamente para o consumidor final, devendo fazer uma parceria com as operadoras de telecomunicações para atender ao novo serviço, como Telefonica, TIM, Vivo, Oi e Claro.
A Aneel espera que as tarifas de energia caiam graças à “receita obtida com o aluguel dos fios”.
A principal vantagem dessa tecnologia, segundo os especialistas, é que fornecerá acesso à web pela tomada -assim aproveita uma estrutura já existente para chegar a regiões onde outras alternativas de acesso rápido ainda não estão disponíveis. Com o PLC, a tomada elétrica vira o ponto principal de comunicação da residência ou da empresa. Mas, na prática, o que muda para o usuário?
Segundo o engenheiro eletrônico Almir Meira, professor da FIAP e Faculdade Módulo, para ter acesso à tecnologia, o usuário deverá contratar o serviço da operadora credenciada para comercializá-lo e adquirir um modem compatível com a tomada elétrica. O aparelho também pode ter uma antena para transmitir o sinal por Wi-Fi.
Os preços e velocidade do acesso à internet via rede elétrica ainda não estão definidos, mas acredita-se que a conexão será mais barata do que a banda larga. Testes já realizados no país mostram que a conexão pode chegar a 21 (Mbps) megabits por segundo, mas essa velocidade não será, necessariamente, repassada em sua totalidade para os clientes.
A Anatel ressalta que a conta de energia continuará separada porque se trata da mesma estrutura, mas usada para fins diferentes.




