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Qual a diferença entre 32 e 64 bit?
No início era o 4bit. Aí a tecnologia evoluiu a ponto de surgirem as máquinas 8bit – uma das mais características é o Atari e seus gráficos quadradões.
O setor continuou se desenvolvendo até que os processadores de 32bit se tornaram padrão no mundo dos computadores. Mas este reinado já está sendo ameaçado pela nova geração – a dos 64bit. Entenda um pouco a diferença entre eles e o que este número pode significar em termos de performance no seu micro.
Confira:

O laptop do futuro
A empresa alemã Orkin Design resolveu fazer um exercício de futurologia e, neste vídeo, mostra o que poderemos esperar de um notebook no futuro. A tela, baseada na tecnologia OLED, é bem leve e flexível. Por isso mesmo, o equipamento poderia ser enrolado para ocupar menos espaço, e carregado assim, como se fosse uma bolsa. Ao estendê-lo, parte da estrutura se transformaria em tela, e a outra em teclado. Isso porque a superfície também seria sensível ao toque. Caso ela ficasse toda estendida, o equipamento se transformaria em um tablet. E mais: apoiando a estrutura dessa forma, o equipamento se transforma em uma TV. Fácil assim!
As telas flexíveis já estão em desenvolvimento há alguns anos. A dificuldade tem sido produzir superfícies grandes em escala, a um preço competitivo. Será que um dia, nossos laptops serão assim?
Confira:

Apresentação do Windows 7 com Ultra Seven no Japão falha
Para alavancar as vendas do Windows 7 no Japão, a Microsoft apostou no clássico personagem Ultra Seven, herói de uma série de TV japonesa, que ia mostrar como o novo sistema é fácil de operar.
No entanto, ao demonstrar o funcionamento do Windows 7 no painel touchscreen, o apresentador se atrapalha e o Ultra Seven fica desconsolado.

Confira:

Linux vai para as nuvens
ubuntu-logoA Canonical anunciou o lançamento do Ubuntu 9.10 Desktop Edition, a mais recente versão da popular distribuição Linux para desktops. O Ubuntu 9.10 está disponível para download gratuito e traz mudanças grandes e pequenas, todas com um propósito comum – tornar o Ubuntu o sistema operacional mais amigável entre todas as opções disponíveis.
O Ubuntu 9.10 oferece uma nova experiência, com o boot e o login mais rápidos, uma estrutura de áudio renovada e uma melhor conectividade de banda larga 3G, tudo para contribuir para uma experiência de usuário de primeira classe.
O Ubuntu 9.10 também inclui a integração do Ubuntu One como um componente padrão do desktop. O Ubuntu One é o nome de um inovador pacote de serviços online, baseados em cloud computing, lançado na versão beta em maio de 2009.
O Ubuntu One funciona como sua própria nuvem pessoal na web, facilitando os processos de backup, a sincronização e o compartilhamento de arquivos de forma prática, segura e simplificada. O Ubuntu One também traz características como sincronização de contatos e sistema de recados e lembretes (Tomboy notes). O serviço é totalmente integrado com o Ubuntu 9.10 e gratuito até 2 GB de armazenamento.
O Ubuntu 9.10 também traz novidades para os desenvolvedores, sejam eles profissionais ou casuais, que transformam o Ubuntu na melhor plataforma para desenvolvimento Linux. Os desenvolvedores interessados em escrever aplicativos que rodem no Ubuntu agora possuem um conjunto simplificado de ferramentas chamado Quickly, que torna isso divertido e fácil ao automatizar tarefas repetitivas da programação.
O Quickly também ajuda os usuários a ‘empacotar’ os códigos e distribuí-los por meio dos repositórios de software da Ubuntu. Os desenvolvedores para o Ubuntu agora encontrarão todos os códigos hospedados na versão Bazaar do sistema de controle, que faz parte do website de colaboração totalmente voltado para o código aberto, o Launchpad.
As melhorias em larga escala para melhorar a experiência do usuário incluem a atualização do Ubuntu Software Centre, dando aos usuários informações melhores e mais fáceis de entender sobre o software – levando o mundo dos aplicativos de código aberto para mais perto dos usuários. Além disso, a inovadora iniciativa 100 Paper Cuts organizada com a comunidade Ubuntu, permitiu uma maior agilidade na implementação de pequenas melhorias no sistema, como aprimoramentos na organização dos aplicativos. A combinação dessas melhorias possui um efeito de transformação para a experiência do usuário.
Os usuários de netbooks e smartbooks também ganham mais facilidade com as melhorias na interface Remix para Netbooks do Ubuntu 9.10, que continua a aprimorar o padrão para o oferecimento de uma experiência de usuário mas fácil, útil e amigável em máquinas pequenas. Assim como o Ubuntu 9.10 para desktops, o Ubuntu Netbook Remix integrará o programa de mensagens instantâneas Empathy, que facilita a transferência de arquivos de texto, voz e vídeo.
Banda larga “popular” de Serra não passa por pouco em critério da ONU
banda_largaO pacote de banda larga popular anunciado na noite de quarta-feira (14) pelo governador de São Paulo, José Serra, não passaria pelo critério de banda larga definido pela UIT (União Internacional de Telecomunicações), órgão ligado às Nações Unidas.
A instituição considera banda larga a velocidade de transmissão de dados superior a 256 Kbps (kilobits por segundo). Pelo decreto do governador, a oferta de banda larga para a baixa renda admite velocidade mínima de 200 Kbps.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) não tem uma norma definindo a velocidade mínima da banda larga. A agência considera usuários de banda larga todos aqueles com acesso acima de 64 Kbps, velocidade das conexões discadas.
No entanto, a Anatel envia para a UIT informações destacadas sobre o total de usuários acima de 256 Kbps para as estatísticas internacionais.
Em nota, o governo do Estado afirma que “o Brasil não tem regulamentação que indique qual a velocidade mínima para uma conexão ser classificada como banda larga” e que a definição da UIT é polêmica.
Nos EUA, diz a nota, a Federal Communications Commision “define banda larga como o serviço de transmissão de dados com velocidade a partir de 200 Kbps”.
O governo diz ainda que a velocidade de 200 Kbps é a mínima estipulada pelo programa Banda Larga Popular, e pode chegar a 1 Mbps.

Debate

O descasamento entre a velocidade mínima do decreto de Serra e o admitido pela UIT veio à tona a partir de uma declaração pública do vice-presidente da Abrafix, associação que representa as teles fixas, João de Deus, durante debate no Futurecom, evento de tecnologia e telecomunicações encerrado ontem em São Paulo.
O executivo citou relatório da UIT que define banda larga como o serviço acima de 256 Kbps, para defender as teles e a qualidade do serviço prestado no país. Ele disse que a velocidade média para baixar arquivos (download) no Brasil é superior à dos demais países com renda per capita similar.
A Telefônica, primeira a aderir ao programa de Serra, lançou um pacote com velocidade de 250 Kbps. Na prática, segundo o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, é a mesma velocidade do mínimo definido pela UIT.
Ainda segundo Valente, existe uma polêmica no mundo sobre a velocidade mínima da banda larga. “Ainda se discute se 256 Kbps é banda larga. É apenas uma referência.”
Ontem, a Telefônica deu detalhes sobre o pacote de internet popular que estará à venda a partir de 9 de novembro. O serviço só poderá ser contratado por assinantes de seu serviço de telefonia fixa.

YouTube supera marca de um bilhão de vídeos visualizados por dia
youtube1Caçamba! O Google anunciou hoje, de maneira muito orgulhosa, que o YouTube acaba de bater a marca de um bilhão de vídeos visualizados por dia. O anúncio — inacreditável e até meio incompreensível — veio do seu próprio CEO e co-fundador, Chad Hurley.
O número supera (e muito) os 10 milhões previstos pela comScore, porque esta só considera a audiência dos Estados Unidos, enquanto a marca divulgada hoje é global. Apresentando o total de forma diferente, é dizer que o YouTube recebe atualmente 11.574 pageviews por segundo, ou que ele entrega um milhão de pageviews a cada 90 segundos.
A comemoração de hoje não coincide exatamente com a quebra da marca — isso parece já ter acontecido há algumas semanas. O motivo de festa é que faz exatos três anos que o YouTube foi adquirido pelo Google por US$1,65 bilhão.
Os segredos da próxima geração de vídeo games

Video

Parece cinema, mas é videogame. Parece real, mas tudo foi criado em computadores. No Tokyo Game Show, os japoneses conheceram jogos que vão chegar às lojas no Natal ou só no ano que vem.
Se você ainda acha que isso é brincadeira de criança é bom rever seus conceitos. A indústria dos jogos eletrônicos já fatura mais do que a do cinema e, no ano passado, um jogo de videogame arrecadou mais do que qualquer produto de entretenimento no dia de lançamento.

Na guerra pelos aficionados, a Sony apresentou sua arma: a nova versão do portátil PSP. Mais caro que o antigo e com poucas inovações, além conexão via bluetooth, o que dá para destacar é o tamanho. “Esse aqui, como ele é pequeno, ele é mais leve e como é mais leve cabe até no bolso”.

Mas a grande aposta da indústria não são videogames grande ou pequenos. A revolução está na forma de jogar.

Uma empresa diz ter inventado um jogo comandado apenas pelo poder do pensamento. “É simples, eu me concentro. Nesse caso eu estou me concentrando em mover a bola. Pensa uma coisa: mover a bola”.

Parece fácil, mas não é. O repórter bem que se esforçou, mas o resultado não foi muito animador. Não deu certo. Só conseguiu girar a bolinha um pouquinho.

A aplicação comercial dessa experiência maluca chega ao mercado japonês neste mês. São as aventuras do ‘Neuro Boy’. O enredo é um tanto contraditório: o jogador relaxa e o bonequinho sai quebrando tudo.

O jogo é baseado em três sensores que ficam presos a cabeça. Eles captam os impulsos elétricos gerados pelo cérebro. “Nos primeiros quatro segundos a máquina detecta o estado normal do seu cérebro. Depois disso vai perceber quando há mais ou menos atenção”, explica o Diretor Administrativo da Neuro Sky, Kikuto Ito

Com a revolução dos equipamentos os jogos estão ficando mais acessíveis. Aqueles botões e controles complicados que levavam tempo para entender como funcionavam são coisas do passado.

No futuro bastará o corpo humano para controlar um jogo. E esse futuro já está atrás dessas paredes, por enquanto bem guardado. É o projeto ‘Natal’, que ainda não há previsão do quando vai ser lançado.

Os primeiros vídeos de divulgação da nova tecnologia surpreenderam os gamemaníacos. Parecia algo inacreditável, mas, acredite, é verdade e nós testamos o Tokyo Game Show.

Os comandos são intuitivos: as mãos se movimentam como se houvesse uma direção e o pé direito a frente dá a ordem para acelerar. Pé direito para trás, freia ou dá marcha ré. É fácil, mas alguns carros virtuais saíram amassados.

No estúdio fechado, tudo é diversão e sigilo. Não fomos autorizados a gravar o sensor de movimentos, o grande salto tecnológico desenvolvido pela Microsoft para o console ‘Xbox’.

Até agora, o que se sabe é que o sensor infravermelho faz um mapa tridimensional do ambiente onde está o videogame. Ele reconhece o jogador e os objetos em volta. Tudo isso, com profundidade de campo, ou seja, se a pessoa se move para frente ou para trás, o processador do console percebe.

“Para muitas pessoas os controles são confusos, com muitos botões e alavancas. Sem o controle você pode jogar com os seus gestos, voz, de um jeito natural. Qualquer um poderá jogar, basta começar a se divertir, sem instruções”, conta o Diretor Criativo da Microsoft, Kudo Tsumoda.

Na feira, a Microsoft apresentou dois jogos do projeto Natal. Mas o xodó dos apaixonados por jogos não foi a feira. ‘Milo’, o menino gerado por designers ingleses, continua sendo um grande mistério e o mais fantástico exemplo de onde o videogame pode chegar.

O personagem interage a comandos de voz e surpreende ao convidar para uma pescaria. A imagem do jogador aparece na tela, e as mãos são capazes de mexer na água.

Mais incrível do que isso, só imaginar que o projeto Natal é liderado por um brasileiro. Apaixonado pelo nordeste, o curitibano Alex Kipman, fez uma homenagem a capital potiguar ao dar nome ao trabalho e também aproveitou que Natal significa nascimento em latim. O nascimento de uma nova era no mundo dos games.