Com a SBPC que se encerra hoje, alunos do ensino fundamental e médio do Estado do Amazonas tiveram a chance de provar que é desde cedo que se faz ciência. Eles fizeram apresentações de trabalhos científicos durante a SBPC Jovem – evento paralelo à 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SPBC), que aconteceu de 12 a 17 de julho em Manaus (AM). Composto por 68 oficinas, 29 apresentações de trabalhos em forma oral, 48 em forma de pôsteres, o evento contou ainda com 17 exposições interativas e encontros com cientistas.
Entre as oficinas um dos destaques foi a de “Ecossistemas aquáticos amazônicos: uma abordagem sobre ecologia, sustentabilidade e impactos ambientais”, que ocorreu na manhã do dia 14 de julho. Ministrada pela pesquisadora do Inpa Alzira Miranda de Oliveira, a oficina, teve a duração de duas horas, fornecendo noções gerais dos diferentes ecossistemas aquáticos amazônicos. No final, os estudantes foram estimulados a montar um gibi sobre o tema.
Já nas tardes, os participantes tiveram acesso a renomados cientistas brasileiros. “Em uma conversa informal com os estudantes, vários pesquisadores falaram sobre suas atividades de pesquisa, o cotidiano de um laboratório e histórias de vida, com o intuito de incentivar os jovens à carreira científica”, conta a coordenadora executiva da SBPC Jovem, Anete Jeane Marques Ferreira, da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (SECT), do Amazonas.
Completando a programação, os estudantes observaram as exposições “Darwin Now”, realizada pelo Conselho Britânico no Brasil em comemoração aos 150 anos da publicação do livro A origem das espécies; além da “Agência Espacial Brasileira (AEB) na escola” e o “Circo da ciência”, que foi montado pela Associação Brasileira dos Centros e Museus de Ciência (ABMC). Professores e alunos da ENL e MC aparecem na foto acima ao lado do tataraneto do Darwin.
Segundo Fábio César o objetivo dessas atividades foi de desmistificar. Mostrando aos jovens que a ciência está presente no dia-a-dia deles e torná-los atores do processo de ensino das ciências, que no Brasil está muito teorizado. E isso representa uma mudança de atitudes e paradigmas”, afirma.
Fonte: http://blog.fabiocesar.com.br/2009/07/17/mudanca-de-atitudes-e-paradigmas/
