Tá no ar o novo visual da homepage do Twitter: limpa, direta ao ponto e com o que o serviço quer se tornar a médio prazo: uma ferramenta poderosa para mostrar o que é popular naquele momento, se tornando um termômetro do que é muito, muito quente naquela hora (ou dia, semana).
Na verdade, só descobre que a página mudou aquele usuário que fizer logout do sistema (ou, enquanto escrevo este post, ver a discussão sobre a mudança nas mensagens dos amigos) ou, melhor ainda, aquele que ainda não se cadastrou no sistema (e nem sabe que aquele design ali é novo) e precisa entender melhor o que está acontecendo no serviço.
Biz Stone, no blog do Twitter, explica:
“O Twitter deixou de ser apenas uma rede social para se tornar um novo tipo de comunicações e uma fonte valiosa de informação temporal. Além disso, é divertido“
E é bem isso. Stone, um dos fundadores do serviço, diz ainda que a home page do Twitter ainda pode mudar de acordo com o feedback dos usuários. Ah, sim, a janela de login também mudou (agora é um pequeno pop-up no canto esquerdo da tela que surge ao passar o mouse).
Para quê digitar com todos os dedos, afinal?
Outras vezes nós só queremos saber o porquê de alguém se dar ao trabalho não só de inventar, mas também de fabricar algumas outras coisas. É o caso deste teclado, que pode parecer normal de longe, mas na verdade tem uma grande diferença: é na ordem alfabética, em vez do habitual sistema QWERTY.
Claro, você pode apertar uma tecla de função que permite que o teclado fique no padrão como no resto do mundo, mas qual é a graça assim? Não o bastante, você ainda pode usar as teclas F1, F2 e demais para abreviações de miguxês inglês como “LOL”, “IMO” e “ASAP”. Pena que ainda não tem versão em português ABNT-2 com coisas tipo “TENSO” ou “FIKDIK”.
Ou então você pode deixar de ser preguiçoso e aprender de vez a usar um teclado QWERTY normal, já que ele existe justamente para FACILITAR a nossa vida. E sim, QWERTY não significa nada, é apenas a ordem das primeiras letras.
Com a SBPC que se encerra hoje, alunos do ensino fundamental e médio do Estado do Amazonas tiveram a chance de provar que é desde cedo que se faz ciência. Eles fizeram apresentações de trabalhos científicos durante a SBPC Jovem – evento paralelo à 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SPBC), que aconteceu de 12 a 17 de julho em Manaus (AM). Composto por 68 oficinas, 29 apresentações de trabalhos em forma oral, 48 em forma de pôsteres, o evento contou ainda com 17 exposições interativas e encontros com cientistas.
Entre as oficinas um dos destaques foi a de “Ecossistemas aquáticos amazônicos: uma abordagem sobre ecologia, sustentabilidade e impactos ambientais”, que ocorreu na manhã do dia 14 de julho. Ministrada pela pesquisadora do Inpa Alzira Miranda de Oliveira, a oficina, teve a duração de duas horas, fornecendo noções gerais dos diferentes ecossistemas aquáticos amazônicos. No final, os estudantes foram estimulados a montar um gibi sobre o tema.
Já nas tardes, os participantes tiveram acesso a renomados cientistas brasileiros. “Em uma conversa informal com os estudantes, vários pesquisadores falaram sobre suas atividades de pesquisa, o cotidiano de um laboratório e histórias de vida, com o intuito de incentivar os jovens à carreira científica”, conta a coordenadora executiva da SBPC Jovem, Anete Jeane Marques Ferreira, da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (SECT), do Amazonas.
Completando a programação, os estudantes observaram as exposições “Darwin Now”, realizada pelo Conselho Britânico no Brasil em comemoração aos 150 anos da publicação do livro A origem das espécies; além da “Agência Espacial Brasileira (AEB) na escola” e o “Circo da ciência”, que foi montado pela Associação Brasileira dos Centros e Museus de Ciência (ABMC). Professores e alunos da ENL e MC aparecem na foto acima ao lado do tataraneto do Darwin.
Segundo Fábio César o objetivo dessas atividades foi de desmistificar. Mostrando aos jovens que a ciência está presente no dia-a-dia deles e torná-los atores do processo de ensino das ciências, que no Brasil está muito teorizado. E isso representa uma mudança de atitudes e paradigmas”, afirma.
Fonte: http://blog.fabiocesar.com.br/2009/07/17/mudanca-de-atitudes-e-paradigmas/