O professor de Informática da Escola Nilton Lins, Almir de Oliveira Junior, viaja neste domingo para São Paulo, onde participará da Certificação Internacional em Robótica Educacional.
A certificação acontece entre os dias 29 de junho e 03 de julho na cidade de Itu em SP. As professoras de robótica Karen Koga e Keize Valério já são certificadas internacionalmente(2007/2008). Desta vez o professor Almir obterá a Certificação da Lego. O curso terá a duração de 40 horas distribuídas em aulas presenciais e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Entre os conteúdos que serão abordados, estão as demandas do mundo moderno, conceitos tecnológicos e atividades em equipe.
O trabalho final dos docentes será avaliado por uma banca internacional da Edacom Tecnologia & LEGO da Dinamarca, representante exclusiva da Lego no Brasil. Os professores que entregarem o TCC até o dia 30 de agosto recebem a certificação na cerimônia do dia 5 de setembro. Segundo o diretor das ENL e coordenador tecnológico, Fábio César, “esse será mais um importante passo dentro do projeto que teve inicio em 2006, agora com o conhecimento adquirido, as aulas se tornam ainda mais dinâmicas e fundamentadas. A próxima etapa será a participação da escola no mundial de robótica, que ocorrerá em outubro deste ano nos EUA”.
A Robótica Educacional na sala de aula:
A robótica educacional nas ENL, visa levar o aluno a questionar, pensar e procurar soluções, a sair da teoria para a prática usando ensinamentos obtidos em sala de aula, na vivência cotidiana, nos relacionamentos, nos conceitos e valores. Possibilita que a criança, como ser humano concebido capaz de interagir com a realidade, desenvolva capacidade para formular e equacionar problemas.
Nesse ponto, a robótica educacional mais uma vez segue Piaget, para quem o objetivo da educação intelectual não é saber repetir verdades acabadas, mas aprender por si próprio. Na teoria construtivista, o conhecimento é entendido como ação do sujeito com a realidade. Em ambientes de robótica educacional os alunos constroem sistemas compostos por modelos e programas que os controlam para que eles funcionem de uma determinada forma.
Há forte necessidade de interação com o grupo. Não é impossível, mas um trabalho de robótica educacional levado a cabo apenas por um aluno terá grande chance de insucesso, portanto a colaboração é indispensável. O grupo deve pensar em um problema e chegar à solução usando conceitos básicos de engenharia, componentes eletrônicos e programação de computadores.
Fonte: http://blog.fabiocesar.com.br/2009/06/24/em-sao-paulo/

Framingham – Empresa busca garantir sua fatia de mercado em serviços de computação em nuvem para desenvolvimento e teste de aplicações, além de virtualização.
Com a meta de conquistar o mercado de serviços e ferramentas hospedadas, a IBM lançou, nesta segunda-feira (22/6) uma nova oferta em
cloud computing, que a empresa batizou de IBM Smart Business.
Os serviços estarão disponíveis por meio dos servidores de computação em nuvem da IBM ou de infraestruturas construídas pela IBM no cliente, atrás de seu firewall. Eles incluem gerenciamento de máquina virtual e desenvolvimento e teste de aplicações.
A IBM anunciou também o lançamento do CloudBurst, conjunto de ferramentas que são construídas para abrigar tarefas de desenvolvimento e testes na nuvem.
James Governor, analista do instituto RedMonk, afirmou que os objetivos da empresa são bem claros. “A pressa em anunciar serviços mostra que a empresa quer uma fatia gorda do mercado desta vez. E, de fato, os serviços oferecidos podem ter um grande impacto nos custos de desenvolvimento”, afirma.